(clique em cima da imagem para ficar no tamanho ideal)Faz hoje, dia 16 de Março, precisamente um ano que começou este blogue.
Também aqui coloquei posts comemorativos quando fiz um mês, três meses e seis meses para se poder observar a sua evolução.
Não é fácil manter a regularidade. Ao longo deste ano foram várias as vicissitudes porque passei, umas mais fáceis de superar outras mais difíceis. Também alguns momentos de puro desânimo estiveram subjacentes neste caminho, e com eles a vontade de desistir.
Valeu-me os incentivos que recebi, quer recebidos pessoalmente quer através de mensagens. Os números também falam por si. Foram feitas 23614 visitas, 75121 páginas visitadas. Foram colocados 638 posts ao longo deste ano, faltando apenas 92 para dar uma média de dois posts por dia.
PORQUE CRITICAMOS OS OUTROS?
Alguma critica aqui foi feita. Mas também alguns elogios. Mas criticar por criticar não foi o meu objectivo principal. Apontar os caminhos para se resolver os problemas pareceu-me ser a conduta mais acertada.
Nos tempos actuais em que vivemos é um acto de cidadania responsável, criticar a mediocridade dos nossos governantes a todos os níveis da nossa sociedade, ainda por cima quando não cumprem o seu programa em que foram eleitos em sufrágio directo e universal, tratando de imediato “jogar” tudo para o fundo da gaveta.
Era muito mais cómodo seguir o princípio básico de viver e deixar viver como muitos moralistas por aí o fazem, tentando estar bem com tudo e com todos, mas acima de tudo não melindrar o poder instituído, mesmo que vejam algo profundamente errado, só porque é o poder que está em causa indo, somente, para onde o vento sopra de feição.
Vivemos num mundo de constante insatisfação onde necessitamos constantemente de provar que os outros estão errados e nós certos, e estará porventura aí, nessa luta que travamos com o mundo que nos rodeia, sem nos apercebermos deste inquietante desejo de termos de nos superar, como se numa competição se tratasse, todos os outros que nos rodeiam.
A humanidade vive numa permanente insatisfação, não seria mais proveitoso para todos nós se empregássemos as nossas energias para aprofundar o conhecimento do nosso mundo interior?
Muitas vezes ao criticarmos os outros, estamos no fundo a criticar o que mais detestamos em nós próprios e que muitas vezes tentamos encobrir. Não temos coragem para nos “assumirmos” como somos. Mas ninguém atira pedras à sua própria casa. Se muitas vezes olhássemos para os nossos próprios defeitos não teríamos certamente razão para criticar os outros.
Mas a essência da vida reside precisamente aí. Se não houvesse crítica faltaria certamente o sal, para dar o tal sabor e o colorido a esta vida por vezes tão monótona e nostálgica.
Somos espelhos uns dos outros. Tudo nesta vida é efémero. Hoje criticamos os outros. Amanhã seremos nós a ser criticados. Se num dia somos carrasco noutro dia seremos a vítima. É assim a vida, porque é necessário ter muita arte para saber viver em sociedade.
Também aqui coloquei posts comemorativos quando fiz um mês, três meses e seis meses para se poder observar a sua evolução.
Não é fácil manter a regularidade. Ao longo deste ano foram várias as vicissitudes porque passei, umas mais fáceis de superar outras mais difíceis. Também alguns momentos de puro desânimo estiveram subjacentes neste caminho, e com eles a vontade de desistir.
Valeu-me os incentivos que recebi, quer recebidos pessoalmente quer através de mensagens. Os números também falam por si. Foram feitas 23614 visitas, 75121 páginas visitadas. Foram colocados 638 posts ao longo deste ano, faltando apenas 92 para dar uma média de dois posts por dia.
PORQUE CRITICAMOS OS OUTROS?
Alguma critica aqui foi feita. Mas também alguns elogios. Mas criticar por criticar não foi o meu objectivo principal. Apontar os caminhos para se resolver os problemas pareceu-me ser a conduta mais acertada.
Nos tempos actuais em que vivemos é um acto de cidadania responsável, criticar a mediocridade dos nossos governantes a todos os níveis da nossa sociedade, ainda por cima quando não cumprem o seu programa em que foram eleitos em sufrágio directo e universal, tratando de imediato “jogar” tudo para o fundo da gaveta.
Era muito mais cómodo seguir o princípio básico de viver e deixar viver como muitos moralistas por aí o fazem, tentando estar bem com tudo e com todos, mas acima de tudo não melindrar o poder instituído, mesmo que vejam algo profundamente errado, só porque é o poder que está em causa indo, somente, para onde o vento sopra de feição.
Vivemos num mundo de constante insatisfação onde necessitamos constantemente de provar que os outros estão errados e nós certos, e estará porventura aí, nessa luta que travamos com o mundo que nos rodeia, sem nos apercebermos deste inquietante desejo de termos de nos superar, como se numa competição se tratasse, todos os outros que nos rodeiam.
A humanidade vive numa permanente insatisfação, não seria mais proveitoso para todos nós se empregássemos as nossas energias para aprofundar o conhecimento do nosso mundo interior?
Muitas vezes ao criticarmos os outros, estamos no fundo a criticar o que mais detestamos em nós próprios e que muitas vezes tentamos encobrir. Não temos coragem para nos “assumirmos” como somos. Mas ninguém atira pedras à sua própria casa. Se muitas vezes olhássemos para os nossos próprios defeitos não teríamos certamente razão para criticar os outros.
Mas a essência da vida reside precisamente aí. Se não houvesse crítica faltaria certamente o sal, para dar o tal sabor e o colorido a esta vida por vezes tão monótona e nostálgica.
Somos espelhos uns dos outros. Tudo nesta vida é efémero. Hoje criticamos os outros. Amanhã seremos nós a ser criticados. Se num dia somos carrasco noutro dia seremos a vítima. É assim a vida, porque é necessário ter muita arte para saber viver em sociedade.






