(clique em cima das fotos para ampliar)Do mesmo resta, somente, uma chaminé de saias, recuperada, e esta fotografia, sem nenhuma qualidade, retirada do jornal de Monchique da edição nº 3 de 15 de Fevereiro de 1986, no qual o jornal se mostrava preocupado, na altura, quanto ao seu futuro.
O mesmo foi pertença da família Bívar Velho da Costa, de Monchique, cuja família numerosa se destacaram algumas figuras como Jerónimo de Bívar Velho da Costa e seus irmãos, na sociedade desse tempo.
Monchique orgulhava-se de ter um dos mais belos exemplares da arquitectura da Vila, construido no ano de 1911, onde as tertúlias e a estadia de figuras importantes aí tinham lugar.
Os seus últimos proprietários foram a família Vila, sendo um dos seus herdeiros que o vendeu a uma sociedade de compradores, por cerca de 10.000 contos, há 21 anos, depois de o mesmo se encontrar muito mal conservado.
A autarquia não quis exercer o seu direito de preferência, que lhe era facultado pelo seu proprietário, nem mostrou qualquer interesse na sua compra, mesmo sendo o seu preço convidativo para o enriquecimento do património municipal.
Instada a Autarquia para comprar o referido imóvel, por parte de alguns munícipes, a Câmara não o fez, por não se querer substituir à iniciativa privada.
E foi a iniciativa privada que comprou o referido imóvel. E assim desapareceu a quinta, com o chalé, para dar lugar a uma urbanização, com várias moradias. A Autarquia ainda recuperou uma antiga chaminé de saias, a qual se encontra colocada na via pública. Ver aqui. Vá lá saber-se porquê.
O mesmo foi pertença da família Bívar Velho da Costa, de Monchique, cuja família numerosa se destacaram algumas figuras como Jerónimo de Bívar Velho da Costa e seus irmãos, na sociedade desse tempo.
Monchique orgulhava-se de ter um dos mais belos exemplares da arquitectura da Vila, construido no ano de 1911, onde as tertúlias e a estadia de figuras importantes aí tinham lugar.
Os seus últimos proprietários foram a família Vila, sendo um dos seus herdeiros que o vendeu a uma sociedade de compradores, por cerca de 10.000 contos, há 21 anos, depois de o mesmo se encontrar muito mal conservado.
A autarquia não quis exercer o seu direito de preferência, que lhe era facultado pelo seu proprietário, nem mostrou qualquer interesse na sua compra, mesmo sendo o seu preço convidativo para o enriquecimento do património municipal.
Instada a Autarquia para comprar o referido imóvel, por parte de alguns munícipes, a Câmara não o fez, por não se querer substituir à iniciativa privada.
E foi a iniciativa privada que comprou o referido imóvel. E assim desapareceu a quinta, com o chalé, para dar lugar a uma urbanização, com várias moradias. A Autarquia ainda recuperou uma antiga chaminé de saias, a qual se encontra colocada na via pública. Ver aqui. Vá lá saber-se porquê.






