(clique em cima da foto para ampliar)É uma enorme decepção e uma profunda frustração ver in-locco, o estado de degradação a que chegou, depois do terramoto de 1755 que o deixou completamente danificado e em ruínas, e assim vai continuando.
Por isso compreendo a angústia que deve acompanhar um presidente de Câmara, há tantos anos à frente dos destinos do concelho, ver tantos fundos comunitários esfumarem-se, em obras de somenos importância, e continuar ainda hoje, e sempre, na procura incessante de arranjar uma solução que lhe permita saldar uma dívida que tem com os munícipes de Monchique.
Sim porque o Presidente, sempre alimentou essas esperanças em campanhas um pouco demagógicas, em altura de eleições com a colocação de placards, onde anunciava a recuperação do convento com 24 quartos duplos e duas suites. Tudo isto em lugares bem visíveis na via pública, tentando daí tirar dividendos políticos.
Infelizmente o velho ditado que diz: “o homem sonha, a obra nasce”, poderá eventualmente aqui, e neste caso, estar comprometido, apesar de aparecem nos órgãos de comunicação social, notícias no bom sentido.
Porque a história começa assim:
No longínquo ano de 1631 D. Pedro da Silva denominado o mole, foi vice-rei da Índia. Conta-se uma lenda em que D. Pedro da Silva Capitão de Malaca e o vice-rei chamado Diogo Gonçalves ao tentarem salvar-se de uma tempestade em pleno alto mar, e ao se sentiram em apuros, fizeram uma promessa de construir, ambos, uma Igreja no lugar de terra de Portugal que primeiro avistassem. E uns dos lugares avistáveis incluia a foia.
Um deles fundou um colégio em Portimão, o vice-rei chamado Diogo Gonçalves, o outro, o próprio D. Pedro mandou construir o Convento de Monchique dedicado à nossa senhora do Desterro – O Convento Franciscano de 1632.
A esperança é assim a ultima a morrer e com ela a sua historia. E eu espero que a história do convento continue por muito e longos anos a alimentar sonhos de crianças, que um dia também se tornarão homens, e quem sabe, um dia possam vir a realizar-se, para bem do futuro, de todos os Monchiquenses.
Por isso compreendo a angústia que deve acompanhar um presidente de Câmara, há tantos anos à frente dos destinos do concelho, ver tantos fundos comunitários esfumarem-se, em obras de somenos importância, e continuar ainda hoje, e sempre, na procura incessante de arranjar uma solução que lhe permita saldar uma dívida que tem com os munícipes de Monchique.
Sim porque o Presidente, sempre alimentou essas esperanças em campanhas um pouco demagógicas, em altura de eleições com a colocação de placards, onde anunciava a recuperação do convento com 24 quartos duplos e duas suites. Tudo isto em lugares bem visíveis na via pública, tentando daí tirar dividendos políticos.
Infelizmente o velho ditado que diz: “o homem sonha, a obra nasce”, poderá eventualmente aqui, e neste caso, estar comprometido, apesar de aparecem nos órgãos de comunicação social, notícias no bom sentido.
Porque a história começa assim:
No longínquo ano de 1631 D. Pedro da Silva denominado o mole, foi vice-rei da Índia. Conta-se uma lenda em que D. Pedro da Silva Capitão de Malaca e o vice-rei chamado Diogo Gonçalves ao tentarem salvar-se de uma tempestade em pleno alto mar, e ao se sentiram em apuros, fizeram uma promessa de construir, ambos, uma Igreja no lugar de terra de Portugal que primeiro avistassem. E uns dos lugares avistáveis incluia a foia.
Um deles fundou um colégio em Portimão, o vice-rei chamado Diogo Gonçalves, o outro, o próprio D. Pedro mandou construir o Convento de Monchique dedicado à nossa senhora do Desterro – O Convento Franciscano de 1632.
A esperança é assim a ultima a morrer e com ela a sua historia. E eu espero que a história do convento continue por muito e longos anos a alimentar sonhos de crianças, que um dia também se tornarão homens, e quem sabe, um dia possam vir a realizar-se, para bem do futuro, de todos os Monchiquenses.






