
Os últimos músicos resistentes!
A banda nos seus últimos momentos, antes de ser extinta, há cerca de dois anos. Nascida por volta de 1876, a banda filarmónica e as várias bandas que aqui houve passaram por períodos de exaltação e de crise, consoante os regimes políticos e as épocas.
Lamentavelmente desapareceu, moribunda que estava há vários anos, desde que depois do 25 de Abril entrou para a protecção dos Bombeiros. O fim deste importante ex-líbris da vila e concelho surge como um fenómeno estranho, pois prova que ninguém a acarinhou e protegeu, sobretudo a antiga gestão autárquica.
Não se percebe também este vazio, numa época em que até há uma disciplina de Educação Musical na Escola EB 2, 3 de Monchique, e onde nas outras escolas vai aparecendo a sensibilização para a música, que por exigir esforço e empenho é uma disciplina importante na formação dos jovens.
Eis os nomes dos músicos e os seus instrumentos:
Da esquerda para a direita e de cima para baixo, temos: José Carlos André (pratos), António Policarpo (bombo), José António Duarte (caixa), José Sérgio Nunes Duarte (clarinete), Joaquim Nunes do Carmo (clarinete), Paulo Barradas (clarinete), António Barradas (clarinete), José António Luzia (clarinete), José Martins Cereja (saxofone), António Vicente (trompa), José Francisco Luzia (trompete), José Damâncio Lopes (barítono), José do Nascimento de Silva (trompa), Júlio Ferreira (saxofone), Fernando Domingos (trombone), Sr. Rogério (mestre), Joaquim do Carmo António (trombone), António Ventura (contrabaixo), José Tuta (saxofone), Francisco José dos Reis (barítono), e António Luzia (contrabaixo).

